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Categoria: Tectónica

Há vários tipos de movimentos horizontais na litosfera terrestre. Com estes movimentos, pode haver formação de grandes estruturas geológicas como os arcos insulares intra-oceânicos, riftes continentais, bacias sedimentares e cadeias montanhosas. 
  • A morfologia dos fundos oceânicos é muito importante do ponto de vista geológico, uma vez que a erosão é inexistente e certos relevos são reveladores de intensa atividade geológica.
  • Ao nível das dorsais, o topo destas estruturas é percorrido por uma fossa de afundamento contínua (rifte). A depressão oceânica é limitada por falhas normais devida a esforços distensivos que originam sismos. A subida do material basáltico vindo do manto efectua-se ao nível do eixo do rifte.
  • Ao nível das dorsais, verifica-se um afastamento progressivo de litosfera oceânica, permitindo, assim, a formação de uma nova litosfera oceânica (acreção oceânica).

 

Um dos aspectos mais característicos e que podem ser identificados é um conjunto de falhas transversais que originam uma série de interrupções (falhas transformantes - exemplo: a falha de Sto. André).
Arcos insulares intra-oceanicos:
 
  • O tipo de relevo oceânico onde ocorrem fenómenos sísmicos e vulcânicos é um conjunto de alinhamentos de ilhas vulcânicas que se encontram associadas a uma fossa submarina paralela ao alinhamento das ilhas.
  • Estão associados a fenómenos gravíticos, à medida que nos afastamos da dorsal a litosfera, ao ficar mais fria, torna-se mais pesada (mais densa). Devido a este tipo de relação entre as densidades, o equilíbrio torna-se instável fazendo com que exista uma fractura no oceano permitindo que um dos bordos da placa emersa e a outra mergulha. 

Exemplo: Arco vulcânico intra-oceânico das Marianas

Riftes continentais:
É outro mecanismo que permite compensar a destruição da litosfera oceânica que ocorrem nas zonas de subducção – abertura de riftes continentais.  Sob o efeito de estiramento, a crusta fragmenta-se em porções separadas por falhas normais, verificando-se o abatimento dos blocos. A crusta está sujeita a um estiramento que permite a subida de material mantélico. A continuação de esforços distensivos e estiramento faz com que a crusta se torne mais fina e com isso temos os Horst’s e os Graben’s.

Bacias sedimentares: corresponde a uma depressão topográfica, em regra de origem tectónica, ocupado, por vezes, áreas muito vastas na crusta terrestre. São depósitos constituídos por rochas sedimentares embora exista vulcânicas (exemplo: A bacia de Paris). Podem ter a forma circular, triangular ou alongado e podem ser agrupadas em três categorias, de acordo, com a sua evolução: 

 

  • Controlada pelo adelgaçamento litosférico (associadas às margens passivas);
  • Determinada pelo arrefecimento da litosfera;
  • Controlada principalmente pela geometria, pela flexão da litosfera, tanto oceânica (num processo de subducção) como continental (bacias frontais).

Cadeias montanhosas: resultam de fenómenos decorrentes dos movimentos horizontais relacionados com esforços compressivos devido a situações de convergência de placas sendo este um processo não equilibrado por subducção total, levando à ocorrência de deformações que afectam zonas frágeis.
Cadeiras intracontinentais – este tipo de cadeia montanhosa aparece na superfície da litosfera continental quando sujeita a esforços compressivos, sendo contemporâneas das grandes crises orogénicas (movimentos que produzem o relevo dos montes e modificam as desigualdades da superfície do solo). Também podem aparecer sob forma de cadeia autónomas isoladas no seio de uma plataforma ou associadas às grandes cadeias resultantes de fenómenos de colisão continental.
Cadeias de margem:
  • Resultantes de processos de subducção: As cadeias de subducção aparecem na vertical de uma superfície de subducção que nesse local ocorrem regimes compressivos. Estes dependem de vários factores, sendo a espessura e a densidade da litosfera subductada. Quanto maior for a idade desta camada, mais espessa, fria e densa é a litosfera;

 

  • Resultantes de processos de obducção: a litosfera oceânica cavalga para a placa continental (o inverso da subducção). Os fenómenos são testemunhados pela presença de ofiólitos, que são interpretados como fragmentos laminados da crusta oceânica, erguidos e incorporados numa determinada cadeia montanhosa, no momento do dobramentos;
  • Resultantes de colisão: resultam de um fenómeno de convergência entre margens da mesma natureza. Este tipo de cadeias montanhosas, também referidas de colisão intercontinentais, resulta da aproximação e posterior colisão de duas margens continentais, anteriormente separadas por um oceano.