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Ciclos de gelo-degelo
Em regiões frias, onde se formam glaciares ou onde há registos de glaciações, é possível estudar a História geológica recorrendo aos depósitos lacustres.
 
No Verão, com o aumento da temperatura, ocorre o degelo parcial dos glaciares. O aumento do caudaldos rios permite que estes transportem sedimentos originados pela ação dos glaciares. Os sedimentos mais grosseiros depositam-se a montante enquanto que os mais finos podem ser depositados em lagos próximos dos glaciares. Estes sedimentos formam uma camada clara no fundo do lago, que adquire, por vezes, tonalidade entre o azul e o verde com aspeto leitoso, o que indica a presença de elevada quantidade de sedimentos em suspensão.
 

Continuar... Ciclos de gelo-degelo - varvitos

Publicado em 12-01-2016

Os "relógios" paleontológicos são usados pela biostratigrafia no estabelecimento da idade relativa das formações rochosas, com base no seu conteúdo paleontológico. O principal objetivo é a classificação e a correlação de estratos em diferentes locais, de acordo com os fósseis presentes.

Biostratigrafia
Ramo da estratigrafia que permite correlacionar e fazer a datação relativa das rochas através do estudo dos fósseis nelas contidas.

Os fósseis são a principal fonte de dados para correlacionar os rochas. Estratos com a mesma idade podem ser litológicamente diferentes e difíceis de correlacionar, mas se possuírem o mesmo conteúdo fóssil depositam-se simultaneamente em diferentes locais. Este pressuposto está na base do Princípio da Identidade Paleontológica.

Nem todos os fósseis podem ser usados na datação dos estratos. Os mais usados na bioestratigrafia são os fósseis de identidade estratigráfica, ou também conhecidos por fósseis de idade. Estes fósseis caraterizam-se por apresentarem uma distribuição limitada no tempo, uma ampla distribuição geográfica e serem abundantes nos estratos. Assim, a presença destes fósseis permite aos investigadores determinar com maior facilidade a idade das rochas e comparar amostras de diferentes locais do globo.

Continuar... Os "relógios" paleontológicos

Publicado em 10-01-2016

Os "relógios" sedimentológicos são a base da litostratigrafia

Os relógios sedimentológicos são usados pela litostratografia no estudo das camadas rochosas que compõem os estratos. A litostratografia é uma subdisciplina da estratigrafia que estuda a composição litológica dos estratos.
 
A litostratigrafia estuda os diferentes estratos, definindo unidades litostratigráficas. Estas são formadas por estratos individualizados e definidas de acordo com as suas propriedades litológicas, independemente da sua idade. A unidade litostratigráfica fundamental é a Formação. Esta é composta por um conjunto de rochas com propriedades litológicas e posição estratigráficas semelhantes e que é facilmente distinguíveis das restantes.
 
Para proceder à datação relativa dos diferentes estratos, os geólogos recorrem aos princípios litostratigráficos fundamentais.
 

Continuar... Os "relógios" sedimentológicos

Publicado em 10-01-2016

Relógios Paleontológicos

Os "relógios" paleontológicos são usados pela biostratigrafia (é o ramo da estratigrafia que permite correlacionar e fazer a datação relativa das rochas através do estudo dos fósseis nelas contidas) no estabelecimento da idade relativa das formações rochosas, com base no seu conteúdo paleontológico. O principal objetivo é a classificação e a correlação de estratos em diferentes locais, de acordo com os fósseis presentes.

Continuar... Relógios Paleontológicos

Publicado em 20-11-2015

Geocronologia: datações radiometricas


geocronologia é a ciência que estuda a determinação da idade dos minerais e consequentemente a idade terrestre, juntamente com outros eventos geológicos ocorridos, e os métodos e cálculos pelos quais se chega a estas conclusões.


A radioactividade foi descoberta por Henri Becquerei, em 1896. Este tipo de isótopos desintegra-se, um ritmo contante, de forma exponencial e irreversível, com emissão de radiações. 

 

Continuar... Datação radiométrica

Publicado em 20-11-2015